A novela que envolve os funcionários da Fundação Antares ganha um novo capítulo na próxima sexta (3). Às 9h, os trabalhadores da Rádio e da TV irão ter uma primeira audiência com o juiz na 3ª Vara do Trabalho. Eles pretendem provar que seu contrato com o governo do Estado é legal, o que vem sendo questionado pela Procuradoria Regional do Trabalho.
Ao todo, 193 funcionários podem ser demitidos. Todos fazem parte da Cooperativa de Profissionais de Empresas de TV, Radiodifusão e Similares do Estado do Piauí (Coopcom). “Vamos provar que os nossos contratos são legais e que existem contratos semelhantes em todo o país, até mesmo no mundo”, justifica o jornalista Airton Ramos.
Segundo ele, a procuradoria não aceita que o contrato firmado, porque entende que a ligação entre governo e Coopcom é uma forma de serviço prestado de mão-de-obra, que tomaria o lugar de servidores concursados. “O problema é que não há concurso. E o nosso contrato é legal. Abrimos uma empresa que possui sede própria. Não somos terceirizados, somos autônomos que inclusive pagam INSS maior”, pontua Ramos.
O contrato firmado entre a Coopcom e a Fundação Antares vigora até dezembro deste ano. Da Redação do Portal Cidade Verde.
Ao todo, 193 funcionários podem ser demitidos. Todos fazem parte da Cooperativa de Profissionais de Empresas de TV, Radiodifusão e Similares do Estado do Piauí (Coopcom). “Vamos provar que os nossos contratos são legais e que existem contratos semelhantes em todo o país, até mesmo no mundo”, justifica o jornalista Airton Ramos.
Segundo ele, a procuradoria não aceita que o contrato firmado, porque entende que a ligação entre governo e Coopcom é uma forma de serviço prestado de mão-de-obra, que tomaria o lugar de servidores concursados. “O problema é que não há concurso. E o nosso contrato é legal. Abrimos uma empresa que possui sede própria. Não somos terceirizados, somos autônomos que inclusive pagam INSS maior”, pontua Ramos.
O contrato firmado entre a Coopcom e a Fundação Antares vigora até dezembro deste ano. Da Redação do Portal Cidade Verde.

0 comentários:
Postar um comentário